A ocorrência de manchas escuras na pele – melasma – pode ser esteticamente significativas e levar, quando muito exacerbado, a um comprometimento social e psicoemocional.

O melasma é mais comum na face, mas também pode ser de ocorrência extrafacial, com acometimento dos braços, pescoço e colo. Afeta mais frequentemente as mulheres, podendo ser vista também em homens. Não há uma causa definida, mas muitas vezes esta condição está relacionada ao uso de anticoncepcionais femininos, à gravidez e, principalmente, à exposição solar. O fator desencadeante é a exposição à luz ultravioleta e, até mesmo, à luz visível. Além dos fatores hormonais e da exposição aos raios solares, a predisposição genética também influencia no surgimento desta condição.

Há três tipos de melasma: epidérmico, que atinge a superfície da pele; dérmico, que é mais profundo; e misto (o mais comum), que engloba o epidérmico e o dérmico.

O cuidado com o melasma geralmente é prolongado além de ocorrer resistência aos tratamentos com frequência. Geralmente, após a descontinuação do tratamento ou com o aumento da exposição ao sol, retorna.

Os tratamentos disponíveis são o uso de medicamentos tópicos e procedimentos para o clareamento. Dentre os procedimentos mais realizados estão os peelings, aplicações de luzes, lasers ou microagulhamento com drug delivery.

É fundamental o uso de fotoprotetor que proteja a pele tanto da luz ultravioleta emitida pelo sol, quanto da luz visível emitida por lâmpada, celular e computador.

Além disto, para manutenção de rotina, é frequente a associa do uso de clareadores de uso tópico (creme, loção, gel, sérum) com nutricosméticos de uso oral (vitaminas e carotenóides antioxidantes, Polypodiumleucotomos, Oleaeuropaea, Pinus pinaster, etc)

Fonte:

Am J ClinDermatol2020 Apr; 21(2):173-225.

https://www.sbd.org.br/dermatologia/pele/doencas-e-problemas/melasma/13/

Ao Pharmacêutico, sempre em busca de soluções para você!