Sabe-se que o hormônio do estresse, o cortisol, afeta a função o folículo piloso (local onde se originam cabelos e pelos), podendo alterar a sofisticada produção cíclica e contínua da haste capilar (fio de cabelo).

Em condições normais, o cabelo pode crescer um centímetro por mês, em média. Cada pessoa possui, em média, 100 mil fios de cabelos. Por dia, é esperada a queda de 100 a 200 fios, mas pode variar de indivíduo a indivíduo.

Isto ocorre porque o fio de cabelo tem uma fase de crescimento (fase anágena-duração de 2 a 10 anos), uma fase regressiva (catágena- duração de 3 semanas, em média), e a fase de repouso e queda (telógena, cerca de 3 meses) – neste momento, um novo ciclo se inicia. Para tudo isto nosso corpo gasta uma quantidade razoável de energia. No couro cabeludo, 75 a 95% dos folículos estão na fase anágena, 10 a 15% na telógena e menos de 5% na catágena.

Mas sob estresse, como neste momento de pandemia pelo coronavírus, a queda de cabelo pode aumentar. Isto ocorre porque nosso organismo entende que, por ser um órgão menos vital, deve poupar a energia gasta no ciclo capilar para outras regiões mais importantes do nosso corpo, e envia os fios para a fase de repouso e queda, com a queda revelada após 1 a 3 meses! Um novo ciclo será iniciado.

A utilização de suplementação vitamínica e mineral nas patologias capilares é utilizada de longa data com diversos registros na literatura. Especial atenção é dada aos micronutrientes, termo que inclui elementos-traço minerais, vitaminas e aminoácidos. Sendo os fios capilares compostos em 98% de proteínas, presume-se que uma dieta rica em proteínas seja essencial para sua vitalidade.

O zinco está envolvido na síntese de proteínas e ácidos nucleicos, tendo papel importante em várias rotas metabólicas e funções celulares. Especificamente no folículo piloso o zinco é potente inibidor da regressão do folículo piloso em modelo animal.

Vitaminas como o ácido ascórbico, ácido fólico, vitamina E e biotina também exercem papel direto ou indireto no ciclo capilar, atuando em processos metabólicos de síntese proteica, expressão hormonal ou ainda sinérgicos a outros oligoelementos, como o zinco e a vitamina C.

Em revisão recente, Schmidt (2018) ressalta que a presença de silício no bulbo capilar apresenta ação antiqueda, também, prevenindo o envelhecimento e a queda dos fios. Portanto, na alopecia (perda temporária ou definitiva, senil ou prematura, total ou parcial, de pelos ou cabelos), a presença deste ativo estimula o crescimento de cabelos mais espessos e resistentes. Quando ingerido na forma oral, o silício orgânico ajuda na manutenção do folículo piloso, além de promover ações secundárias no fortalecimento das unhas e atenuação das linhas de expressão. 

O silício (Si) é um elemento presente em diversos tecidos do corpo humano e está presente em 1-10 partes por milhão nos cabelos e nas unhas. A deficiência nutricional do Si demonstrou em estudos reduzir a síntese de colágeno e a formação de glicosaminoglicanas nos ossos e nas cartilagens. A prolil-hidroxilase, enzima envolvida diretamente na formação do colágeno, demonstrou em estudos in vitro ter sua atividade dependente da concentração de Si, sugerindo uma via Si-dependente para a síntese de colágeno. Outros sugeriram um papel estrutural do Si no cross-link das glicosaminoglicanas no tecido conectivo.

Para atender suas necessidades, existem várias formas de silício disponível para suplementação personalizada, através de fórmulas manipuladas.

* 5mg de Silício equivale aproximadamente a:

BioSil™             500mg

Exsynutriment®   330mg

Nutricolin®      330mg

Nutrosa®          0,5ml (10 gotas)

SiliciuMax®      330mg ou 7mL

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Fontes:

https://jddonline.com/articles/dermatology/S1545961616P1001X
http://www.sbd.org.br/dermatologia/cabelo/cuidados/conheca-os-cabelos/
http://www.surgicalcosmetic.org.br/detalhe-artigo/325/Influencia-da-suplementacao-nutricional-no-tratamento-do-efluvio-telogeno–avaliacao-clinica-e-por-fototricograma-digital-em-60-pacientes
https://pesquisa.bvsalud.org/portal/resource/pt/biblio-884675?lang=es
https://claudia.abril.com.br/blog/dermatologia-denise-steiner/queda-de-cabelo-por-estresse-culpa-do-coronavirus/