A palavra própolis é derivada do grego e significa “em defesa da cidade”: pró, em defesa de, e polis, a cidade.

Os benefícios à saúde propostos, mais amplamente investigados, incluem:

  • atividade antimicrobiana
  • cicatrizante de feridas
  • cardioproteção
  • neuroproteção
  • imunomoduladora

Imunomodulação

Nos últimos anos muitos estudos têm demonstrado a atividade da própolis no sistema imunológico, ativando macrófagos e estimulando anticorpos.

Os polifenóis de própolis podem apoiar a microbiota intestinal ideal, inibindo o crescimento de bactérias patogênicas e suprimindo a adesão de patógenos intestinais às células intestinais humanas 

O própolis é uma substância produzida pelas abelhas para fechar frestas da colméia, reduzindo a entrada de vento, do frio e, principalmente, dos inimigos naturais, além de utilizá-la para embalsamar pequenos animais mortos pelas abelhas, que não puderam ser retirados, evitando com isso a putrefação e proliferação de micro-organismos, protegendo as colméias.

É uma resina natural produzida pelas abelhas a partir de resinas e exsudatos (secreções) de plantas, acrescidas de saliva e cera. Possui propriedades terapêuticas relevantes que são utilizadas desde os tempos antigos. 

O termo própolis já era descrito no século XVI na França e a Farmacopéia de Londres do século XVII lista a própolis como droga oficial. Em 1908 surgiu o primeiro trabalho científico sobre suas propriedades químicas e “composição”, indexado no Chemical Abstracts

No Brasil, o interesse pela própolis aconteceu somente na década de 80 com o trabalho pioneiro de Ernesto Ulrich Breyer, demonstrando em seu livro, “Abelhas e saúde”, as propriedades terapêuticas da própolis e sua utilização como antibiótico natural.

O própolis é produzida em todo o mundo e as abelhas usam a flora ao redor de suas colméias para sua produção. Portanto, sua composição química pode mudar de acordo com a flora. 

Os tipos de própolis mais estudados, são pelo menos seis:

(1) Própolis de álamo encontrada na Europa, América do Norte e regiões não tropicais da Ásia, cujas fontes vegetais são Populus spp. 

(2) Própolis de bétula da Rússia, cuja fonte vegetal é Betula verrucosa

(3) Própolis verde do Brasil, principalmente de Baccharis spp, predominantemente B. dracunculifolia DC; conhecida também como alecrim-do-campo ou vassourinha-do-campo

(4) Própolis vermelho de Cuba e Venezuela, de Clusia spp

(5) própolis do Pacífico de Okinawa e Taiwan, cuja fonte vegetal ainda não foi identificada

(6) própolis “das Canárias” das Ilhas Canárias, cuja fonte vegetal também é desconhecida

O própolis brasileiro representa de 10 a 15% da produção mundial, sendo o Brasil o terceiro produtor mundial, atrás da Rússia e da China.

O própolis marrom é o mais popular e tem origem em uma grande diversidade de plantas.

Entre os tipos produzidos no Brasil, o própolis verde (de amarelo esverdeado a verde intenso) prevalece, ganhando preferência no mercado mundial de própolis.

As duas variedades de própolis apresentam substâncias antioxidantes, como os ácidos fenólicos e os flavonoides.

O própolis verde brasileiro, produzida em São Paulo e Minas Gerais é constituída principalmente de derivados prenilados do ácido p-cumárico e possui grande quantidade de flavonóides, muitos dos quais não estão presentes em própolis da Europa, América do Norte e Ásia.

Composição Química: resinas vegetais e bálsamos: 50%; cera de abelha: 30%; óleos essenciais: 10%; grãos de pólen: 5%. Além disso, flavonóides, vitaminas, enzimas e minerais (alumínio, cálcio, estrôncio, ferro, magnésio, silício, titânio, bromo e zinco).

O própolis brasileiro possui ácidos fenólicos prenilados, lignanas, terpenos e álcoois terpênicos e pequenas quantidades de flavonóides. Foram identificados pelo menos 29 tipos diferentes de princípio ativo na própolis brasileira

Qualidade

Apesar de ser aceita por órgãos regulatórios como produto com finalidade terapêutica, o própolis precisa ser padronizada quimicamente para garantir sua qualidade, eficácia e segurança. O que não é fácil, pois, como já foi visto vários fatores podem interferir na sua composição química.

O própolis manipulado no Ao Pharmacêutico tem sua qualidade controlada, uma vez que antes de entrar no laboratório é exigido pela ANVISA que o mesmo seja acompanhado de Certificado de Análise, contendo as informações necessárias, lote a lote.

Lembrando: todo o processo de nossa manipulação segue as exigências da ANVISA e possui auditoria externa.

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Fontes:

https://apisbrasil.com.br/2020/post/12/7-duvidas-frequentes-própolis

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3249695/

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC6893770/

https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-695X2008000300020